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A Estrada Rio Branco foi construída de 1877 a 1890 para dar acesso à Colônia Caxias e demais povoados da região. Inicialmente, partia de São Sebastião do Caí e terminava em Caxias. Com o tempo, foi ampliada, chegando a Ana Rech, Criúva e Vacaria.

Um dos motores do desenvolvimento de Nova Palmira, a Estrada Rio Branco foi o caminho de cerca de 10 mil imigrantes nos primeiros 10 anos de colonização. Era por ela que passavam tropeiros, que circulavam mercadorias, que a vida acontecia no final do século 19 e início do século 20. Há muita história ainda em pé por lá e, por isso, o Guia de Caxias do Sul, com o patrocínio da Pettenati, decidiu contar parte dela. 

Clique aqui para ler mais sobre a história geral da Estrada Rio Branco e nos links abaixo para conhecer alguns empreendimentos que se destacaram em Nova Palmira naquela época.

 

1- Porto do Guimarães 

A existência do Porto do Guimarães, em São Sebastião do Caí, foi fundamental para o desenvolvimento de Nova Palmira e de todos os estabelecimentos às margens da Estrada Rio Branco. O acesso fluvial tinha grande importância e a rota para Porto Alegre passava necessariamente pelo Rio Caí. O nome é uma homenagem a Antônio José da Silva Guimarães Júnior, considerado o fundador daquele município. Leia mais

 

 

 

2- Um caminho por entre plantações que são pura poesia

Andar pela Estrada Rio Branco é circular entre plantações que criam um cenário colorido e repleto de aromas deliciosos. Além de oferecer muita história, o passeio garante paisagens que resultam em fotografias lindas e a sensação de parar o tempo e curtir a calma do interior. Fazer aquele caminho em um fim de semana é garantia de chegar à segunda-feira reenergizado e com belas paisagens na memória. Leia mais

 

 

3- Chaminé preserva a história da olaria de Nova Palmira

Quem circula pela Estrada Rio Branco avista um chaminé que resiste ao tempo. Ele pertencia à olaria de Afonso Franz, que ficou em operação de 1948 até o início da década de 1960. O empreendimento foi fundamental para o desenvolvimento da localidade por muitos anos. Clique aqui para saber mais sobre esse importante negócio. Saiba Mais

 

 

4- Casa da família Papke: relíquia preservada desde 1927

A casa da Família Papke é uma verdadeira relíquia preservada às margens da Estrada Rio Branco. Na fachada, exibe o ano de construção: 1927. E nas paredes bem cuidadas, o estilo enxaimel, uma das marcas arquitetônicas dos imigrantes alemães que povoaram Nova Palmira. Clique aqui e saiba mais sobre ela. Saiba Mais

 

5- Casa da família Marchioro era parada de tropeiros

Por ser uma das principais vias das imediações de São Sebastião do Caí e o único acesso a Caxias do Sul por muito tempo, a Estrada Rio Branco era o caminho dos tropeiros. E a casa da família Marchioro era parada deles. Sídio Marchioro conta como a relação com eles funcionava. Clique para ler. Saiba Mais

 

 

 

6- Cemitério Luterano da Estrada Rio Branco

“Nossos cemitérios são verdadeiras testemunhas silenciosas de nosso passado e não podem ser esquecidos. Especialmente as sepulturas mais antigas de imigrantes, que ainda nasceram em alto mar, deveriam ser objeto de muito cuidado, do mesmo modo as antigas casas que ainda existem e foram construídas por nossos imigrantes, nossos antepassados, os pioneiros fundadores das picadas e das localidades. A eles cabe nossa homenagem e respeito.” Elenita Schmitt Witt. Saiba Mais

 

 

 

7-  Casa que possivelmente é o único barracão ainda em pé também sediou escola

Há um prédio em Nova Palmira que merece destaque. Possivelmente é, hoje, o único barracão que ainda está em pé. Os barracões eram construídos para abrigar os imigrantes que chegavam nos vapores via Rio Caí até que a terra que ocupariam fosse definida. As famílias ficavam hospedadas nos barracões enquanto os pais seguiam para acertar os detalhes burocráticos. Quando estava tudo resolvido, eles voltavam para buscar a esposa e os filhos. A construção em estilo enxaimel, tem décadas de história e também sediou a escola. Leia Mais

 

 

 

8- Casa em frente à escola sediou vários serviços

Uma casa que ficava em frente à escola, nas margens da Estrada Rio Branco, tem na sua história uma sequência de usos, incluindo fábrica de queijo e matadouro. Conforme o tempo foi passando, a sua utilidade foi mudando. Trata-se de um prédio que contribuiu para o desenvolvimento da localidade de Nova Palmira. Leia mais.

 

  

9- Capela São Rafael foi benta em 1887

Registros apontam que a primeira capela de Nova Palmira ficou pronta em 1887 e homenageava São Rafael. Não há certeza sobre a data exata da bênção, porque o dia do santo caiu em uma segunda-feira naquele ano. Porém, o livro História de Nova Palmira - Tempo Memória e Registros explica essa situação e resgata mais informações sobre a religiosidade dos imigrantes católicos e a construção da capela. Clique para ler mais.

 

 

 

10- Construção feita por imigrantes alemães se transforma em hotel

Cada estabelecimento que fez história às margens da Estrada Rio Branco teve o seu destino. Há alguns que estão preservados, outros com uma parte em pé, aqueles que não existem mais e, ainda, os que se transformaram. Esse último caso se aplica a uma construção feita por imigrantes alemães no século passado.

 

 

12- Ponto da Balsa tem partes preservadas

O transporte fluvial era o principal na época em que Nova Palmira vivia o seu auge. Partindo do início da estrada Rio Branco, é possível descer e chegar à parte preservada da estrutura que servia como ponto da balsa que transportava principalmente toras de madeira. O desenvolvimento do lugar passou por ela e até hoje é orgulho para quem vive por lá. Leia Mais

 

 

 

13- Nova Palmira chegou a ter seu próprio curtume

Às margens da Estrada Rio Branco, ao lado de diversos outros serviços, também existiu um curtume. Não há registros exatos das datas em que o trabalho de manufatura do couro existiu, mas não há dúvidas de que, por um bom tempo, ele contribuiu para o desenvolvimento de Nova Palmira. O material era fundamental e fazia parte das negociações feitas na localidade no século passado. Saiba Mais

 

 

 

14- Moedas patacões circulavam na agência bancária de Nova Palmira

As moedas patacões circulavam em Nova Palmira por meio de uma agência bancária. O desenvolvimento da localidade era tanto, que até mesmo um banco foi instalado. Uma parte do prédio que o sediou ainda está em pé e acumula mais de 100 anos. Leia mais.

 

 

 

 

15- Correios

Elsa era a responsável pelo Correio e muito querida em Nova Palmira. A história do Correio que existia em Nova Palmira se confunde com a de Elsa Hauser Schumann. Responsável pelas correspondências, ela se tornou uma pessoa super querida na comunidade. Moradores que não sabiam escrever chegavam com papel e caneta e ditavam a carta para ela, tamanha a confiança. Leia mais 

 

 

 

16- Nova Palmira tinha delegacia e presídio

Com mais de 100 anos, a casa onde por um tempo funcionou a delegacia de polícia de Nova Palmira está preservada. Romeu Schumann mora ali e é o responsável por manter viva parte da história da localidade. O lugar é herança de família e está com os Schumann há três gerações. Leia mais.

 

 

 

 

17- Casa de comércio Noll: um presente de casamento para o filho

Há muitos relatos sobre a importância da Casa de Comércio Noll para o desenvolvimento de Nova Palmira. Um presente dado por Pedro Noll ao filho, Germano, ela vendia de tudo e ficava bem em frente ao Moinho Noll. Por muitos anos, foi responsável pelo abastecimento de tudo que os moradores precisavam, desde ferragens até alimentação. Leia Mais

 

 

18- Moinho Noll fez diferença no desenvolvimento de Nova Palmira

O Moinho Noll foi um empreendimento que fez diferença no desenvolvimento de Nova Palmira, às margens da Estrada Rio Branco. Em 1876, José Ledur, próspero comerciante e negociante de terras em Bom Princípio, decidiu construir um moinho. Ele acabou vendido para Pedro Noll antes de entrar em funcionamento, e foi ele quem fez o empreendimento se destacar na história da localidade. Leia mais.

 

 

 

19- Pharmácia Palmyra atendeu doentes em Nova Palmira por 44 anos

Alcides Noll foi um homem respeitado na área da saúde. Ele estudou Farmácia em Porto Alegre e foi o fundador da Pharmácia Pamyra, que funcionou por 44 anos às margens da Estrada Rio Branco. Competente, tinha a confiança dos moradores e fazia pequenos atendimentos. Apenas casos mais graves eram encaminhados a Caxias do Sul, no Hospital Carbone, os mais simples eram resolvidos por ele mesmo, já que a Faculdade de Farmácia, na época, correspondia à metade da de Medicina. Leia mais.

 

 

 

20- Moinho Potter funcionava a água e tem alguns pedaços ainda em pé

Parte do desenvolvimento de Nova Palmira e Vila Cristina passa pela roda do Moinho Potter, que ainda tem alguns pedaços em pé. Mas teve importância para o desenvolvimento da localidade, havia produção de farinha de milho e o arroz era descascado. Saiba Mais

 

 

 

 

21- Área sede de Vila Cristina

Em 10 de maio de 2004, a Prefeitura Municipal de Caxias do Sul se tornou proprietária de uma área de 10.440,025 m2, em Linha Cristina, início de Nova Palmira, às margens da antiga Estrada Rio Branco e nas proximidades da intersecção da BR- 116 (Km 172) com a RS-452. Atualmente, nessa área, estão a Unidade Básica de Saúde, a Escola Estadual Dr. Renato Del Mese, a praça do distrito e sede da subprefeitura, além da agência dos Correios.  Saiba Mais

 

 

 

22- Espaço cultural História & Memória de Vila Cristina

Entregue à comunidade no dia 28/12 de 2016, o espaço cultural História & Memória de Vila Cristina é uma edificação histórica pertencente ao município que foi restaurada. Com estilo enxaimel, foi construída em meados de 1865 pelo imigrante alemão Carl Reisner e teve como último morador Ernesto Nienow. Saiba Mais

 

 

 

 

Descrição da Estrada Rio Branco - Vila Cristina
Cordenação: Marivania Lucia Sartoretto
Textos: Paula Valduga
Patrocinío: Pettenati
Fontes: moradores locais e bibliografia a seguir.

BETTEGA, Maria Lúcia. História de Nova Palmira: tempo, memória e registros. Caxias do Sul: Editora São Miguel, 2006.

BRAMBATTI, Luiz E. Estrada Rio Branco: O Caminho da Emancipação. Caxias do Sul: Quatrilho Editorial, 2015.

Histórias de Caxias do Sul / organização de Liliana Alberti Henrichs; Dinarte Paz et al. _Caxias do Sul, RS: Secretaria de Cultura / Departamento de Memória e Patrimônio Cultural, 2012

WITT, Elenita Schmitt. Retalhos de nossas origens. Caxias do Sul: 2016

 





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