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Tunas Altas Reflorestamento

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Tunas Alta Reflorestamento: manejo sustentável em Vila Oliva
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A madeira faz parte da família de Aldo Gregoletto desde os seus avós. Seu pai, Jacob, começou vendendo lenha, teve serrarias que trabalhavam com araucárias e, anos depois, uma fábrica de compensados. Na época, foi adquirindo áreas que, posteriormente, acabaram divididas entre os irmãos. Aldo ficou com uma de 600 hectares em Vila Oliva, onde fundou a Tunas Alta Reflorestamento, em 2003. "Meus avós também trabalharam com serraria e eu sempre estive ligado à madeira. Em 1994, a família comprou pinus e plantou. Essa área ficou comigo na divisão e então criei a empresa”, conta ele.

Na época da fábrica do pai, os pinus eram usados para fazer o enchimento dos compensados, e as terras foram compradas para que eles garantissem a matéria-prima. Quando passou a atuar sozinho, com a Tunas Alta, Aldo apostou na silvicultura, uma ciência dedicada ao manejo sustentável das florestas. “Eu fiquei com os 600 hectares de Vila Oliva, depois comprei mais 200 hectares em São Francisco de Paula e 150 hectares em São Marcos”, afirma Aldo. A Tunas Alta apenas faz os desbastes e vende as toras para serrarias. Algumas serram para pallets e para exportação; outras, serram para móveis e vendem para o Brasil e também para o Exterior.

Aldo explica o primeiro desbaste (corte) do pinus acontece depois de nove anos do plantio. O segundo e o terceiro, com intervalos de três ou quatro anos. O último desbaste é um corte raso seguido de uma limpeza do terreno com trator de esteira. E então há um novo plantio e o ciclo se repete. “Normalmente, fazemos três ou quatro desbastes e sobra umas 400 árvores por hectare para o último corte”, completa.

A Tunas Alta oferece a matéria-prima bruta sem nada de produtos químicos. A floresta recebe apenas veneno em pó para matar formiga e um esterilizador de vespas. A cada ano, é preciso dar uma olhada se tem árvores que foram secas pelas vespas e retirá-las. "Antigamente, falavam que embaixo do pinus não nascia nada. No primeiro momento, realmente não nasce mesmo, mas depois do primeiro desbaste, vem a vegetação”, explica Aldo.

Como a silvicultura tem uma preocupação com a preservação das florestas, há regras rígidas para seguir. A Tunas Alta respeita todas, há 30 metros de recuo em cada lado sem plantação, distância de nascentes e 20% de manutenção de área verde. “Tem áreas nativas grandes aqui perto, com araucárias. Um mato de 80 hectares é nativo e mantenho lá, preservado. Nosso foco é o manejo sustentável”, complementa. Toda essa evolução na lida com a madeira está pronta para seguir em frente, pois assim como trabalhou ao lado do pai, Aldo já tem o filho na empresa, seguindo a tradição familiar.