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Mariozinho Artesão em Couro

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Mariozinho Artesão em Couro: confecção de bainhas para facas, cabos e facas. Diversos acessórios em couros para montaria e para participação de rodeios como talas, reios, cabrestos  e muito mais.

Trabalha apenas sob encomenda. Contate e confira possibilidade e período de produção.

Endereço: Criúva

Fone: 54 99951 1967

Whats: 54 99951 1967


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Mariozinho faz artesanato em couro na Criúva

Atividade foi aprendida com o pai, e peças têm garantia

 

José Gegmar de Castilhos vive desde sempre na Criúva. Mas se quiser falar com ele, é melhor perguntar pelo Mariozinho. Esse é o apelido que ele ganhou naturalmente e que dá nome ao seu negócio de artesanato em couro. “Começou nos rodeios, falavam: ‘pede pro Mariozinho, o Mariozinho faz’ e aí o apelido pegou”, conta. As pessoas se referiam aos acessórios em couro necessários para as provas campeiras, produzidos e vendidos por Mariorizinho com tanta qualidade, que até têm garantia. “Eu só trabalho com couro bruto, não uso sola, porque com ela não dá certo. Dou garantia do material e do meu trabalho”, reforça.

Além da preocupação com a matéria-prima, Mariozinho coloca na sua atividade talento e dedicação que vêm de berço. Ele aprendeu o artesanato com couro com o pai, José Genildo Helio de Castilhos. “O meu pai sempre fez cordas pra ele, não comprava. Eu ficava olhando”, diz. Com o tempo, procurou aperfeiçoamento e hoje é um guasqueiro, nome dado a quem tem essa profissão. Além de diversos acessórios para as provas campeiras, como trança, boçal e mango, por exemplo, ele também faz bainhas para facas. Todos os itens são produzidos apenas sob encomenda. “Eu lido com gado em uma fazenda, o artesanato é um trabalho paralelo, então não tenho tempo para fazer estoque”, explica.

O trabalho com as bainhas o levou a produzir também as próprias facas. Ele começou fazendo apenas a lâmina. A colocação do cabo era terceirizada, mas não deu certo. “O pessoal ou colocava cabo de plástico, que fica ruim, ou então fazia em um formato que a pegada da faca não fica boa. Então decidi fazer o cabo também”. Hoje, você pode ter um produto desses feito do início ao fim por Mariozinho, e as encomendas são constantes.

Normalmente, o tempo de produção de uma faca passa de uma semana por causa da bainha. “Fazer a faca é rápido, mas a bainha precisa ser umedecida para dar uma amaciada. Se eu fechar a bainha hoje e deixar parada, em dois ou três dias, não se tira mais a faca de dentro. Tenho que tirar e botar muitas vezes, ver onde ela apertou, umedecer, enxugar e deixar acomodar”, relata. É pela preocupação com detalhes assim que Mariozinho dá garantia em todos os produtos que vende. E junto a cada um deles, coloca o orgulho de manter o legado de uma atividade que aprendeu com o pai. Para ter um exemplar com todo esse significado em casa, fale com Mariozinho pelo telefone (54) 99951.1967. Você comprará uma peça exclusiva.