Só in-ter-venções, primeira exposição virtual dos cursos de Artes Visuais da UCS

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Artistas apresentam diferentes olhares para o momento de isolamento social, em virtude da pandemia. Obras têm suportes variados, entre colagem digital, desenho e colagens manuais, pintura, fotografia, desenho digital e produção audiovisual

O Quê? Só in-ter-venções, primeira exposição virtual dos cursos de Artes Visuais da UCS

Local: Perfil de Instagram @so_in_ter_vencoes


A turma de Curadoria e Mediação dos cursos de Artes Visuais da Universidade de Caxias do Sul realiza a exposição virtual Só in-ter-venções.  Consiste no trabalho final da disciplina, repensado para o formato virtual em virtude da pandemia, condição que também deu tema à proposta.

A abordagem busca retratar os diferentes olhares para o momento de isolamento social demandado na contenção do avanço do novo coronavírus, com a produção dos trabalhos a partir do questionamento “o que eu fiz na quarentena?”, em diferentes linguagens. Assinam a iniciativa os estudantes artistas/curadores Alex Pessôa, Camila Tavares, Glaucia de Dordi, Giovanna Pires, Jéssica Marchett, Joanna Gomes, João Paulo Rates, Patrícia Baretta e Ricardo Chies, com orientação da professora Silvana Boone, coordenadora dos cursos de Bacharelado e Licenciatura em Artes Visuais.

“A exposição aborda as nuances da vida cotidiana durante o período da pandemia em todo o mundo, deixando em suspensão o tempo e a vida. Através do olhar de cada artista, os trabalhos realizados se entrelaçam no tema, mas divergem pela produção em diferentes técnicas, bem como, apresentam pontos de vista singulares do cotidiano pandêmico”, descrevem os artistas em texto coletivo.

As escolhas individuais, conforme explicam, foram pautadas por percepções políticas, sociais, sexuais, cotidianas e fantasiosas. Os suportes variaram entre colagem digital, desenho e colagens manuais, pintura, fotografia, desenho digital e produção audiovisual, com a exposição virtual “pelas mãos de todos”. A proposta é aproximar os artistas do público “em um diálogo sobre esse novo cotidiano, que em muitos aspectos se assemelha ao antigo, e em outros, diverge ao intensificar elementos da nossa vida, das relações com os outros e do olhar que temos sobre o mundo, nossos escapes, rotinas repetitivas e nossa interação com o mundo externo”.